domingo, 8 de janeiro de 2017

Crítica - American Horror Story - Asylum

Título: American Horror Story #2 - Asylum
Criadores: Ryan Murphy, Brad Faulchuck
Gênero: Horror
Ano de lançamento: 2012
Elenco: Evan Peters, Jessica Lange, Sarah Paulson
Avaliação:
Nos anos 60, Irmã Jude (Jessica Lange), Irmã Mary Eunice (Lily Rabe) e Don Thimothy Howard (Joseph Fiennes) comandam a Instituição Mental Briarcliff, responsável por tratar criminosos insanos. Dentre esses pacientes estão a jornalista Lana Winters (Sarah Paulson) e os acusados de assassinato Kit Walker (Evan Peters) e Grace (Lizzie Brochere). Os clientes do manicômio são atormentados por criaturas bizarras e em complexo estado mental.
Se você é fã de horror e ainda não assistiu essa série eu só tenho uma coisa a te dizer: Vai assistir! Agora! Pra ontem!

Na primeira temporada de AHS nós acompanhamos a família de Vivian em seu novo e assombrado lar. Nessa segunda o pano de fundo é um manicômio bizarro coordenado por uma madre não tão boazinha e um cientista maluco que adora utilizar os inquilinos como cobaia.
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Tudo começa com um assassino em série chamado Bloody Face (cara sangrenta em uma tradução livre) que sai por aí matando mulheres de forma brutal arrancando a pele delas enquanto ainda estão vivas e em seguida cortando suas cabeças. O mais bizarro é que ele usa uma máscara feita de pele humana.

Kit Walker é internado no manicômio para ser analisado por um psiquiatra como principal suspeito dos crimes e a jornalista Lana Winters entra em cena quando decide que esse é o seu momento e essa será sua reportagem de acensão. Ela precisa entrar naquele manicômio para entrevista-lo e fazer uma matéria para o jornal, mostrando assim que é perfeitamente capaz de ser uma grande jornalista, isso na década de 50 aproximadamente, quando mulheres não eram muito bem vistas em profissões como essa.
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Durante essa temporada nós acompanharemos esse caso bizarro de assassinatos em série enquanto conhecemos personagens incríveis cheios de força de vontade e muitas lições pra ensinar. E como tudo em AHS não é preto no branco, você vai torcer por eles, se encantar e odiar cada um dos personagens a cada novo episódio.

Fato é que essa temporada está ainda mais aterrorizante e sangrenta do que a primeira, que trazia algo mais psicológico. Nessa o horror é do tipo pesadão mesmo, com mutilação humana, experiências científicas bizarras e até mesmo uma pitada demoníaca. Não é para corações moles e pessoas frágeis. Mas é aquela coisa (e eu vou repetir o que  disse a respeito da primeira temporada) após alguns episódios você se acostuma com aquilo e passa a achar até interessante. É bem provável que você comece a gostar e se isso acontecer é melhor procurar um psiquiatra (risos).
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Uma coisa bem legal nessa série é o reaproveitamento de atores e eu falei mais sobre isso na crítica da primeira temporada. Foi bem legal ver alguns rostos conhecidos em outros papéis, pude perceber o incrível potencial de cada um deles. 

Eu amei demais a interpretação da Sarah Paulson como Lana Winters, sua personagem é tão forte e incrível que consegue nos inspirar a todo momento, isso sem falar no fato de que ela é lésbica e representou muito bem essa categoria. Ela foi minha personagem favorita desde o começo e só me impressionou mais a cada episódio. A cena final dela me fez dar pulos de alegria, porque ôh sofrência dessa moça hein.
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Os outros personagens também foram maravilhosos e não acredito estar me equivocando quando digo que essa foi a melhor temporada de todas (assisti até a quinta). Com personagens fascinantes e cheios de mistério, com uma ambientação maravilhosa e repleta de nuances. A trilha sonora está maravilhosa com duas músicas marcantes e completamente viciantes que se destacam: The name Game e Dominique. Enfim, foi uma temporada incrível!

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